Você está aqui > Início
Website Família Muniz
Bem-Vindo! PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrador   
Seg, 08 de Fevereiro de 2010 20:08


Seja bem-vindo ao website da Família Muniz. Esperamos que você se divirta, se informe, tenha momentos agradáveis e possa navegar com prazer por estas páginas.

Última atualização em Sáb, 08 de Maio de 2010 19:01
 
Nascimento de Clarice PDF Imprimir E-mail
Escrito por Germano   
Sáb, 05 de Junho de 2010 12:11

É com grande prazer que comunicamos o nascimento de Clarice Lins e Silva Muniz, dia 5 de junho 2010, no Hospital Santa Lúcia, às 9 horas e 9 minutos, em Brasília — DF, filha de Paulo Marcelo Cavalcanti Muniz e Márcia de Fátima Lins e Silva. Seus pais estão exultantes e nós, muito felizes em poder anunciar essas alvíssaras. Nossos parabéns a seus pais! Seja muito bem-vinda, Clarice!

Muitas felicidades a vocês, Paulinho, Márcia e Clarice, com o nosso forte abraço e votos de saúde!

 

Última atualização em Seg, 28 de Junho de 2010 09:39
 
Pérgamo PDF Imprimir E-mail
Escrito por Bruno Muniz   
Qua, 07 de Julho de 2010 16:10

Gostaria de indicar um website, idealizado por mim e pelo meu irmão Germano Muniz, destinado aos amantes da palavra escrita:

http://pergamo.net — O Reino de Pérgamo

Agradeço sua divulgação e participação no website O Reino de Pérgamo — O reino onde o impossível não existe — trata sobre livros, apostilhas, folders, folhetos, cordéis, revistas, etc, publicações periódicas ou não periódicas, enfim, tudo o que estiver relacionado com a palavra escrita ou literatura.

O nome Pérgamo remete a uma antiga cidade grega que possuía uma biblioteca de prestígio que perdia em importância apenas para a tão famosa biblioteca de Alexandria. A tradição de Pérgamo foi tamanha que seu nome batizou o pergaminho, o nome dado a uma pele de animal, geralmente de cabra, carneiro, cordeiro ou ovelha, preparada para nela se escrever, e designa ainda o documento escrito nesse meio.

O website, ou o seu conteúdo, é direcionado tanto aos especialistas como ao público em geral, principalmente aos leitores contumazes, amantes da palavra escrita, sem nenhuma restrição de nacionalidade, idade, sexo, cor, raça, gênero, etc, como também não faz distinção e não manifesta preferência entre qualquer gênero ou expressão literária.

Última atualização em Qui, 08 de Julho de 2010 18:18
 
Lágrimas para que te quero PDF Imprimir E-mail
Escrito por Henrique Muniz   
Seg, 05 de Julho de 2010 19:51

O ato desperta controvérsias e divide os pesquisadores. Mas chorar pode ajudar a equilibrar as emoções e os pensamentos

Camila de Lira, iG São Paulo | 31/07/2010 09:07

  • Mudar o tamanho da letra:
  • A+
  • A-

 

Foto: Getty Images

A lágrima tem doses baixas de hormônios que acalmam a pessoa que chora

Uma mulher chora no banheiro, enquanto sua amiga lhe dá tapinhas nas costas e diz “chorar não vai adiantar nada”. A cena descrita é bem mais comum do que se imagina. Mas, afinal, chorar adianta?

Para o psicólogo israelense Orson Hasson, da Universidade de Tel Aviv, o choro é usado para ganhar a piedade de inimigos, a empatia e a intimidade de amigos. Luciana Rizo, da Psicoclínica Cognitiva do Rio de Janeiro, explica que o choro “pode acontecer para a liberação de uma forte emoção” – por isso, não pode ser reprimido. O professor Roger Baker, da Universidade de Bournemouth, no Reino Unido, definiu, em entrevista ao Daily Mail, que chorar é “transformar o sentimento estressante em algo tangível, e esse processo em si já ajuda a diminuir o trauma”.

Além de trazer um alívio psicológico, a lágrima emocional tem doses baixas de hormônios que acalmam a pessoa que chora. O neurocientista Willian Frey, da Universidade de Minnessota, liderou uma pesquisa sobre o funcionamento do cérebro durante o choro. O estudo concluiu que o cérebro libera uma substância (leucina-encefalina) que anestesia e relaxa durante um período bem pequeno de tempo.

Mesmo com todos esses benefícios, é necessário ter limites. “O choro cumpre um papel de colaborador no alívio de tensão de uma forte emoção. Agora, em casos onde o choro funciona para ruminação da tristeza, ele acaba fazendo mal ao indivíduo”, distingue Rizo.

Engole esse choro!

Outra questão importante quando se fala em choro é sobre as crianças. Tânia Zagury, educadora e autora do livro “Educar sem Culpa” (Editora Record), diz que, como ainda não conseguem explicar o que lhe desagradam, crianças de até quatro anos se expressam chorando. “Mesmo as crianças que falam ainda não têm um domínio substancial das suas emoções, por isso choram”, completa.

 

Antes de repreender, portanto, os pais precisam analisar as condições da criança – será que ela está com muito frio ou calor? Ou alguma roupa a incomoda? “Os pais mais atentos sabem perfeitamente distinguir um choro de tristeza e um choro de dor, e também de uma manha”, afirma a educadora, que defende a repreensão somente quando a criança chora para fazer chantagem ou manipular os pais.

Última atualização em Sáb, 31 de Julho de 2010 10:13
 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 Próximo > Fim >>

Página 1 de 4

Eu recomendo:

pinguim_ubuntu